Quarta-feira, Fevereiro 28, 2007

Spring Time

























Hoje fui de t-shirt e camisa com mangas de 3/4 para a faculdade. Estava um sol tãaoo lindo e o termómetro marcava 23º...


Ai...gosto tanto da primavera:)

Terça-feira, Fevereiro 20, 2007

Vilarinho da Castanheira

Vilarinho1

É onde eu passo o meu carnaval, ou melhor, o fim de semana de carnaval. Uma casinha maravilhosa, num sítio muito bonito com uma excelente companhia. Este ano não nevou, mas esteve um sol lindo que deu para embelazar os nossos pacatos(?) passeios à beira rio. É bonito de mais para descrever em palavras, e este fim de semana foi bom demais para que seja possível descrevê-lo. Entre laranjas doces e cozido à portuguesa, paisagens lindas e viagens de carro hilariantes, partidas e corridas, jogos, alegria, algumas birras, mas muito, muito riso. Muitas gargalhadas, daquelas que fazem doer muito a barriga, que já não se aguenta mais. Melhores do que cem abdominais...que saudades tinha eu delas...

aqui, a aventura do ano passado por lá!



Ahh e sabem, havia um casal de velhinhos que foi à igreja (AHAHAH Private Joke)

Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007

NaMoRaDoS


S.Valentim, Namorados, amor, rosas vermelhas e caixas de chocolates, ou então peluches com grandes laços. Por vezes um coração de prata para por ao pescoço. Um jantar com velas e uma comida fina. Vermelho, muito vermelho por todas as lojas. I love you. Amo-te. Je t'aime. Te quiero. T'estimo. Por todo o lado. E mãos dadas e sorrisos espalhados pelas ruas das cidades. Postais, e-cards, poemas. Would you be my valentine?

Na minha vida só me lembro de três dias dos namorados. Um andava na escola, no 8º ano parece-me. Os meus amigos pregaram-me uma partida e eu recebi uma carta de um suposto admirador. Sim, ainda a tenho e ainda hoje todos os que entraram na partida se lembram. Foi engraçado.
Outro, andava ainda na mesma escola, mas já no 11º ano quer-me parecer. Não me lembro do dia em si, lembro-me de comentar com um amigo meu que o dia dos namorados era uma treta, apenas para fazer sentir mal as pessoas que não tinham namorado, uma palermice para vender postais e fingimento. baahhh. Os dois, obviamente, sem namorados a torcer o nariz aos suspiros que se ouviam por todo o lado. Mal humorados. Muito.
Por fim, há dois anos, lembro-me bem. Na faculdade, eu ainda sem namorado, mas com amigos. A estudar para um qualquer exame. Química geral, seria? Ou Análise Matemática? Não me recordo. Estava na biblioteca e o meu amigo do coração deu-me uma flor. Uma rosa! Ainda hoje recordamos isso. O meu futuro namorado, ali bem pertinho, lanchou comigo, em intervalo ao estudo. De qualquer forma nesse dia eu fui para casa com uma rosa. Uma rosa de amizade, daquela amizade mesmo verdadeira que nos enche o coração. Ainda a tenho. A rosa. E a amizade também.

Dia dos namorados? Para mim é normalmente sinónimo de dia de estudo. Ano passado creio ser de bioquímica, este ano é véspera de um exame de biofísica. Penso, que ano passado mandei um e-card ao meu namorado, assim em tom de brincadeira. Nenhum de nós liga muito a isso. A este dia.

O meu dia dos namorados? Dia 17 de Fevereiro. Esse sim, com tudo a que tem direito!

Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007

*bebé de amor*

bebe amor

Não podia dizer quando tinha começado a amá-lo tanto. Não sabia se era a ele que o amava, ou à ideia que formava desde pequena. Não podia dizer que o amor tinha começado quando tinha visto a risquinha cor-de-rosa no teste, anuciando o positivo. Não. Já o amava antes. Quando era pequena sonhava com aquele dia, com aquele momento. E já o amava aí! Quando em pequena embalava os seus bonecos e lhes dava o biberão, quando os punha a dormir depois de os embalar até fecharem os olhos. Quando interrompia o filme porque o bebé estava a chorar, ia ao quarto e envolvia-o na manta, com muito carinho. Os pais achavam piada à dedicação que tinha pelo seu papel de mãe. Mãe. Tanto quis ser mãe. Por isso nessa noite, em que eufórica viu o positivo no teste, foi a confirmação e a explosão de todo aquele amor que trazia dentro dela desde pequena, aquele amor com que acolheu todos os bebés que lhe passavam pelo colo. Foi a correr mostrar o teste ao amor da sua vida. Um filho. Juntos. Um filho significava tanto. O expoente máximo do amor. Um novo ser feito de amor. Do amor que eles sentem, o tão grande amor. Não sabia expressar o que sentia, não sabia explicar as lágrimas que lhe escorriam pela face enquanto ele a abraçava. Nessa noite, mal dormiu. Passou a noite a fazer festas na barriga, a imaginar o dia em que finalmente ia ter todo esse amor nos braços. E o amor continuou a crescer. A primeira ecografia, o coraçãozinho a bater forte e lutador, os primeiros movimentos. Muito se riram os dois, naquela noite à lareira, com os movimentos atribulados do pequeno. O menino dos olhos deles. No dia em que rebentaram as águas ela não se continha de excitação. O grande amor deles ia nascer. Iam vê-lo e pegar nele e cheirá-lo. Com todas as suas forças ela puxou, até não aguentar mais. E rebentou de alegria e de cansaço quando ouviu o seu menino a chorar. Deitaram-no no peito, ele deixou de chorar e olhou-a nos olhos. Com a boquinha entreaberta ficou assim a olhar para a sua mãe. Ela cheirou-o, tocou-o, beijou-o. O pai pegou nele para o levar à pediatra. Ficou ao seu lado a ver o seu pequenino que chorava enquanto o mediam e pesavam e limpavam. A mãe agora suspirava, com as lágrimas a cair em jorros pela cara abaixo. O choro do bebé foi abafado pelos gritos do médico. Rápido, era preciso agir rápido. O pai estava assustado, dos olhos da mãe continuavam a caír lágrimas. Foram rápidos os médicos, mas não o suficiente. Lentos de mais para salvar uma vida. E tudo se desmoronou. E tudo perdeu a beleza e o sentido. E o despero do pai rompeu o ambiente pesado daquele quarto. A mãe, jazia inerte naquela cama onde segundos antes se sentira tão feliz. O bebé já não chorava, pequeno demais para perceber, pequeno demais para alguma vez vir a recordar. O pai estava perdido. Perdido no seu pesadelo recorrente. Pegou no bebé e encostou-o à mãe. E chorou. E morreu um bocadinho.

Abriu os olhos ainda com a cara molhada das lágrimas que não paravam de correr. Olhou para o lado e a cama estava vazia. O berço do bebé estava vazio. Levantou-se e foi até à sala. Lá estavam eles. Os amores da sua vida. "Não te quis acordar, estavas a dormir tão bem." Olhou para o bebé e viu-o a dormir consolado no colo do pai. Abraçou-se a eles e suspirou. De amor. De alívio.

Domingo, Fevereiro 11, 2007

Meu amor, sei-te de cor

Porque adoro esta música, porque me apeteceu deixar aqui a letra, porque te amo tanto e tenho tantas saudades tuas, e sim, porque te sei de cor...aqui fica, para ti meu amor



Sei de cor
Cada traço
Do teu rosto
Do teu olhar
Cada Sombra
Da tua voz
E cada silêncio
Cada gesto que tu faças
Meu amor sei-te de cor

Sei
Cada capricho teu
E o que não dizes
Ou preferes calar
Deixa-me adivinhar
Não digas que o louco sou eu
Se for tanto melhor
Amor sei-te de cor

Sei
Por que becos te escondes
Sei ao pormenor
O teu melhor e o pior
Sei de ti mais do que queria
Numa palavra diria
Sei-te de cor

Sei
Cada capricho teu
E o que não dizes
Ou preferes calar
Deixa-me adivinhar
Não digas que o louco sou eu
Se for tanto melhor
Amor sei-te de cor

Sei de cor
Cada traço
Do teu rosto
Do teu olhar
Cada Sombra
Da tua voz
E cada silêncio
Cada gesto que tu faças
Meu amor sei-te de cor

Paulo Gonzo, Sei-te de cor

*medo*

É estar a estudar por não ter sono(??) e ouvir o som inconfundível de alguém a vomitar na rua em frente ao meu prédio... yuckk

Eu sei que é sábado à noite, mas se EU tenho de estudar, TODOS têm de estudar...

humpf

E depois qual é a ideia de beber e beber se depois só se fazem estas figurinhas?

Don't get it...

Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007

Bebé de Verão

Faz hoje um ano nascia a minha princesa mais pequenina. A Inês. A minha Nikas como lhe chamo carinhosamente. Esta bonequinha, que eu só conheci quando já tinha quatro meses por estar nos malfadados exames, esta minha linda que me conquistou com as fotografias que me chegaram aqui, que me sorriu quando me viu pela primeira vez. Com esta bonequinha passava eu os sábados de verão, a adormecê-la, a brincar com ela, a olhar para ela simplesmente. A minha bebé de Verão.
Lembro-me do dia em que soube que já crescia na barriga da mãe e da notícia do seu nascimento. Não a vejo como gostaria, assim como à maioria dos meus primos. Vi-a pela última vez no Natal, alegre, brincalhona, sorridente. Doce. a palavra que melhor a define. Doce!

Parabéns Docinho, este ano, no verão, já vamos as duas à praia, e andar de triciclo e correr muito pelo parque da Madalena, juntamente com a Francisca e o Bernardo.
Que sejas muito feliz minha doce bebé de verão.

Parabéns. E desculpa não estar aí contigo...

Nikas2

Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007

Su Hermana Pequeña



Morreu. Erika Ortiz. A irmã mais nova da Princesa Letizia.
Su hermana pequeña como se chamam aqui os irmãos mais novos. Tinha 31 anos. Dizem que a vida nunca lhe sorriu, que era tímida, que tudo lhe corria mal. Que era uma "inadaptada". Um acidente de percurso trouxe-lhe o amor maior da sua vida. A sua filha de 6 anos, a pequena Carla. Ao mediatismo da sua irmã nunca se habitou, morria de medo de dizer algo que a prejudicasse, fugia dos reportérs como o diabo da cruz. Era a irmã pequenina da Letizia. Dizem que a única vez que se viu Letizia perder a compustura foi quando os jornalistas disseram algo da sua pequena irmã, da sua protegida. Afinal, que irmã mais velha não protege a sua pequena? Erika andava deprimida já há algum tempo, separada do pai da sua filha, viviam as duas num apartamento. Havia reencontrado o amor, dizem, tinha estado com o seu novo amor e a sua filhinha na biblioteca a brincar no dia anterior. Rumores dizem que nessa noite deixou a menina na vizinha para que a levasse ao colégio no dia seguinte, como já era costume, rumores dizem que foi encontrada pelo namorado no dia seguinte na cama, com frascos vazios de medicamentos ao lado. Rumores dizem que se suicidou. Rumores. Sempre fora uma "inadaptada"e a vida não lhe sorria.
Hoje, vimos uma Letizia destroçada, grávida de 6 meses, a agradecer ao povo espanhol pelo carinho, a chorar, desfeita.


Pergunto-me quantos "inadaptados" cruzam a nossa vida diariamente, enquanto estamos demasiado ocupados a olhar para o nosso umbigo.

Segunda-feira, Fevereiro 05, 2007

Um dia vou ser uma fada

campo flores


Um dia vou ser uma fada e vou voar pelo céu, à noite, libertando pó de alegria por todos os sítios. Vou passar bem rentinho aos lagos e ao mar e mergulhar as minhas pequenas mãos naquela água translúcida.

Um dia, quando eu for uma fada, vou todas as noites dar um beijinho à lua e assistir ao nascimento das estrelas. Nenhuma criança vai ter pesadelos porque eu, quando adormecerem, tocarlhes-ei com a minha varinha feita de algodão doce fazendo com que apenas os sonhos mais bonitos lhes preencham a noite.
Quando eu for uma fada, vou ter um vestido lindo cor-de-rosa, com brilhantes de prata. Um vestido tão fininho, feito de pétalas de tulipas. Nos meus pequenos pés vou levar pantufinhas feitas de algodão e as minhas asas serão feitas de açúcar. Um açúcar especial, que nunca se derrete, nem se desfaz. Porque as fadas são eternas e eu vou ser eterna. Vou ver as crianças a crescer, os bebés a nascer, os velhinhos a voar para o céu. E eu vou acompanhá-los até ao seu anjo especial, para que não tenham medo. Todos têm um anjo especial no céu à espera. Durante o dia deitarme-ei, com a lua e as estrelas e dormirei até o sol se pôr. Quando eu passar de leve em alguém terei o dom de lhe provocar uma sensação de felicidade inexplicada, mas eu serei tão pequenina que ninguém me verá.
Quando eu for uma fada vou voar tanto, vou refrescar-me com o orvalho, vou provar o mel às colmeias, vou ensinar as borboletas a voar e os passarinhos bebés a cantar.
Quando for uma fada nunca me sentirei triste, as fadas não sentem a tristeza, apenas me vou sentir livre...

Quando eu for uma fada vou ser tão feliz!

Sábado, Fevereiro 03, 2007

A Música e Eu

Às vezes sinto-me muito triste. Desesperadamente triste. Infeliz mesmo. Olho para os lados e pergunto-me onde estou, o que faço eu aqui, onde estão as pessoas que eu mais amo neste mundo. No outro dia dei-me conta que nem sequer sabia o número de emergências daqui. Se me acontecesse alguma coisa não sabia a quem chamar, até porque nunca tenho dinheiro no telemóvel. Às vezes penso se terá algum sentido fazer tanto esforço, estar longe do sítio que eu mais adoro no mundo, porque raio me meto nestas coisas, porque raio me meto em coisas grandes demais para a minha pessoa. Para a pessoa que eu era antes de tudo isto começar. A pessoa que não reconheço agora, que não sei muito bem onde está. Às vezes sinto-me assim mesmo lá no fundinho. E é então que canto. Canto, com a música aos berros, canto eu aos berros, canto músicas tristes com lágrimas a cair pela cara abaixo, canto músicas alegres com o coração a bater muito depressa. Mas canto, canto muito e expurgo-me de toda a tristeza que sinto. E fico a sentir-me tão melhor!

Outras vezes estou feliz, completamente inundada de felicidade! Tão feliz que parece que vou rebentar. E canto. Canto tanto, com música, sem música, canto e danço e salto. Canto músicas enérgicas, músicas cheias de força! Canto a "Starlight" dos Muse, com o meu Bernardo por exemplo, ou a "Nothing Compares to You"com o meu pai (lembras-te papá?) . Já não me sinto assim estonteantemente feliz há tanto tempo...

E ainda há aquelas vezes em que estou bem. Normal. E ouço música e me sinto tão bem, tão acompanhada, tão preenchida. E aí canto e sinto-me bem.

Canto, sim, canto muito, mas não canto para que me ouçam, não canto para que alguém goste de me ouvir cantar. Canto para mim. Para me sentir bem, para me purificar, para sobreviver!

Às vezes, quando estou aqui, acho que o que me mantém viva são os meus ouvidos e as minhas cordas vocais, porque o coração, esse não passa de um músculo que permite que o sangue atinja todas as partes do meu corpo.

Sexta-feira, Fevereiro 02, 2007

How I wish...

último dia de ski 128

How I wish I was there!

Alguém adivinha onde é?

Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007

If I lay here, if I just lay here, would you lay with me




And just forget the world...