Sexta-feira, Setembro 29, 2006

Faltam 2 horas

Para fazer 20 anos, as últimas duas horas com 19 anos...e eu não quero 20 são muitos, são duas décadas...buaaahhhhh...

Acho que vou contar para trás...daqui a 2 horas faço 18 outra vez ;)

Segunda-feira, Setembro 18, 2006

Olhos Negros como a noite

Quero escrever e faltam-me as palavras, quiero seguir despierta pero me duele estar sola, quero olhar para o céu e ver o sol a nascer, deitar-me quando todos acordam e viver quando todos dormem, me gusta el silencio, quero matar as saudades que apertam o meu coração, quero sonhar envolvida no meu edredón, quiero la navidad con sus luzes y sus regalos, com os seus barulhos familiares e as músicas a ecoar pela cidade, quero cantar e falta-me a voz, falta-me a força para manter o pescoço erguido e as costas direitas. Quiero aprobar el examen e estou cansada de estudar. Quero voltar a viver de dia. Quero escrever, preciso de escrever, oh cérebro deixa-me escrever, deixa sair as palavras pela ponta dos meus dedos, deixa-me viver e sentir.

Ela estava sozinha uma vez mais. Já era costume estar sozinha, nem se lembrava do que era ter alguém ao lado. Havia uma ténue recordação de um respirar quente contra o seu pescoço, mas não passava de uma leve sensação familiar. Olhava pela janela e tudo o que via era a neve a cair a montes, tapando tudo. Lá fora todos estavam felizes, ouvia-os. A felicidade e o desespero ouvem-se ao longe, sentem-se! Ela sentia que na sua rua tudo era felicidade. Tudo menos um sítio. Ela era infeliz. Não havia outra palavra, nem maneira de embelezar a coisa. Era mesmo infeliz, desesperadamente infeliz. E a felicidade dos outros só a tornava mais miserável, mais infeliz. Foi até à varanda sentir a neve a cair, mas nem isso ela sentia, a neve passava através dela sem lhe tocar. Era invisível perante o mundo. Até o mundo a tinha abandonado. A neve continuava a cair, as crianças na rua a brincar e a gritar, os pais a filmar a felicidade dos filhos. Tolos! A felicidade não fica guardada numa camâra de filmar. Vive-se enquanto se pode. Também ela fora criança, também ela tivera filmes. Mas a felicidade foi-se embrulhada naquela neve, quem sabe, ou no vento de norte do outro dia. Ela sabia-o ali perto, com a sua nova família. Sabia-o feliz, com a sua mulher grávida e bonita, com o seu emprego fabuloso e a sua casa de sonho. A felicidade dele matava-a por dentro. Ele era o culpado de tudo, ele matou-a! Saiu de casa e os seus passos não ficavam marcados na neve, as pessoas não se desviavam dela e só reparavam que ela existia quando davam um impacto seco. Ela seguia sem olhar para trás. As nuvens no céu ficavam mais escuras e ela continuava a caminhar. Firme e segura. E só. Tão só...Quando lá chegou o carro dele não estava. Sabia que assim seria. A lâmina afiada no bolso de trás picava-lhe a perna, mas nem isso a incomodava. Bateu à porta. Voltou a bater. Nada. De repente um grito, o desespero todo contido nesse grito. Arrombou a porta e entrou! E lá estava a outra, sozinha, desesperada no chão. Indefesa. Havia sangue por todo o lado. Ele não estava lá. Reconheceu a súplica nos seus olhos e o desespero no seu pedido de ajuda. Ela chamou a ambulância mas já não havia tempo, com uma toalha e umas luvas fez o que tinha de ser feito. E com a sua lâmina afiada terminou! O derradeiro golpe. Os gritos da outra cessaram e foram substituidos por outros. Cheios de vida. Fortes e sentidos mas cheios de vida. Aquele pequeno ser olhou para ela, viu-a! Sentiu-a! A mãe desmaiou, com a gratidão a pairar no seu olhar. E o pequeno acalmou, em si, no seu colo, na sua pessoa transparente para o mundo! Fixava os seus olhos negros com uma extrema doçura, olhava para ela e fazia-a sentir-se bem. Não deixava de olhar para o brilho dos olhos dela, estava fascinado. Quando ele chegou, encontrou-as assim, a sua mulher no chão, sangue por todo o lado, e ela, ela ali com o seu filho no colo, um olhar perdido nele e a faca ensanguentada ao seu lado. Recordou em milésimos de segundo a raiva com que ela lhe falara da última vez, que aproveitasse bem a felicidade porque ele ia pagar pelo que lhe tinha feito, a felicidade não duraria para sempre. Desvairado, sem pensar duas vezes, com um ar tresloucado pegou na faca e apunhalou-a, uma, duas, três vezes. O choro do seu filho despertou-o, o olhar confuso dela, perplexo, triste, fê-lo compreender. Os seus olhos negros e únicos no mundo perdiam o seu brilho enquanto uma lágrima escorria pela sua face ao olhar para ele. A sua mulher chamou-o num murmúrio. E ela ali, com o pequeno nos braços, sucumbiu lentamente. Ainda o viu desesperado a tentar estancar o sangue, os berros da sua mulher, o choro sentido do pequeno. Sentiu a sua alma sair do seu corpo lentamente enquanto assistia a tudo de cima. Agora já nada doia, agora já nada importava. Agora tinha de seguir o seu caminho.

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Muitos anos depois o pequeno já era grande, esperava ansiosamente pelo nascimento do seu primeiro filho. Quando a enfermeira a trouxe, era uma menina linda. Olhou para ele. Tinha olhos negros como a noite. Uns olhos negros estranhamente familiares...


obrigada cerébro...

Domingo, Setembro 17, 2006

19


19 mesinhos meu amor! Para onde foram?? Passaram tão rápido. Lembras-te dos 7? Já la vai um ano! E que ano... Estava eu quase a partir há um ano, lembras-te? Há um ano atrás foi a minha festa de despedida...que triste estava eu! E tu...

Felizmente ultrapassamos tudo! E o meu coração enche-se cada dia mais...

Amo-te Dani! Pa Sempre!

Sábado, Setembro 16, 2006

A Sábia da Vida...

Isto foi o que eu vi, apesar da certeza de que assim seria, no ano em que me candidatei ao ensino superior público português.
Isto foi o que me fez chorar perante a já sabida confirmação de que medicina não passava de um sonho.
Isto foi o que me fez sentir frustrada, incomodada com os comentários "mas tu não querias medicina??".
Isto foi o que me fez decidir que as coisas iam mudar, que eu ia tentar de novo. Em Espanha.

No entanto:

Isto foi o que me fez entrar na FEUP
Isto foi o que me fez conhecer os meus amigos, que se mantêm e de quem gosto tanto
Isto foi o que me fez participar na Praxe, que me encheu as medidas e me modificou como pessoa.
Isto foi o que me fez conhecer o Amor da minha Vida
Foi o que me fez passar o melhor ano de toda a minha vida, o ano de caloira, o ano de universidade, de amizade, de descoberta, de liberdade
Isto quase me fez desistir do meu sonho...

Hoje, 2 anos passados desde esse dia, eu digo que a vida é muito sábia!

Um ano após aquele colocado recebi outro, muito distinto do que estava à espera! Esperava Santiago ou Salamanca mas uma subida brutal das notas não mo permitiu.
Recebi um Colocado na Universidade Autónoma de Barcelona- Licenciatura em medicina e cirurgia.
Não reagi muito bem a princípio, era muito longe. Mas decidi fazer a matrícula e se entretanto entrasse noutro lado mudava.
Entrei sim, em Santander, em Cadiz, em Valladolid, em Múrcia, em Sevilla, em Huesca, em Zaragoza. Entrei em muitos sítios mas não mudei. Barcelona é Barcelona e os acessos são melhores. Apesar de mais longe, aviões e low costs são preciosos...

Um mês depois de estar aqui, um mês longo e horroroso, o pior mês em toda a minha vida, recebi uma chamada da faculdade de Salamanca. Que tinham uma vaga para mim, que tinha de responder até ao fim da tarde. Salamanca! a umas 4 horitas de casa. Salamanca! Eu fiquei.

Hoje penso que fiz bem em ter ficado, sinto-me bem aqui em Barcelona, conheci pessoas espectaculares, passei momentos inesquecíveis. Não sei como teria sido a minha vida se tivesse ido para Salamanca, mas sei como foi em Barcelona e como eu espero que seja neste ano que vai começar.

Hoje sairam as colocações em Portugal. Medicina desceu. Não o suficiente para eu ter entrado logicamente, mas o suficiente para ter tido esperanças e ter voltado a repetir os exames nacionais. Como medicina desceu Veterinária. O suficiente para eu ter entrado. O meu sonho supelente...

Hoje eu digo que a vida é muito sábia!

Se eu há dois anos tivesse entrado em veterinária lá no meu pais do coração, penso que este ano não estaria aqui.

Quero acreditar que tudo isto são sinais a apontar o meu caminho. O caminho que creio ser o meu, apesar de todas as dificuldades que têm interferido.

Muitos parabéns a todos os que entraram em Medicina este ano, a todos os que entraram naquilo que sempre sonharam. E os que não conseguiram, Bora p'rá frente que atrás vem gente!

Quarta-feira, Setembro 13, 2006

Noite Barulhenta

Aqui onde eu vivo, a estas belas horas, o cenário passa de isto















a isto:














Em poucos segundos e acompanhado de um barulho horrivel, de um tremer de luzes e de um estremecer de tudo...

Confesso que me assusto...está a ser assim a noite toda!!

E a biologia que não me larga buaaaahhhhhhhhh snif snif back to book:/

Terça-feira, Setembro 12, 2006

ERGUER!












Hoje é dia 12 de Setembro. Para mim, o 12 de Setembro foi ainda pior do que o 11! Dia 11 houve choro, berros, desespero, indignação, morte, fim! Dia 12 é o pior. É o dia de acordar de ir procurar os vivos, é dia de acordar e ver que tudo foi real, que quem foi não mais volta. É dia de chegar e ver escombros e ter de erguer uma nova vida ali, é dia de não ficar agarrado ao passado e andar para a frente, lutar. Erguer-se! É sempre difícil, mas é mais fácil sucumbir ao desespero do que arranjar forças para lutar. Aqueles milhares de pessoas que morreram, mas pior, os milhões que cá ficaram e os amavam incondicionalmente. A Meg que ficou sem pais aos 5 anos, o John que perdeu a mulher e ficou com duas filhas de 2 anos, a Mary que perdeu o seu único e amado filho que voltava a casa ao fim de tantos anos. Estas e muitas mais pessoas tiveram de acordar no dia 12 de Setembro e continuar a viver. Tiveram de descobrir uma maneira de viver sem aquelas pessoas, uma maneira de controlar o ódio sentido por quem lhes fez isto. A Ashley nunca se vai lembrar da mãe que tanto gostava dela e o Samuel nunca irá conhecer os netos recém-nascidos. Sim, quem morreu ficou privado da vida, ficou privado de tudo. Morreu. Mas para mim é pior para quem fica. A sério que sim. Quem morre morre e não tem mais consciência. Quem fica tem de aprender a viver com a dor que lhe invade a alma e lhe entorpece os sentidos. Dia 12 foi dia de Erguer! A alma, a coragem, a cidade! Dia 12 foi dia dos corajosos, e dia 13 e 14...

E a única coisa que nós podemos fazer perante o que se passou naquele dia, em honra àqueles que perderam a vida e em honra àqueles que perderam os seus mais-que-tudo é viver a nossa vida, vivê-la com alma, com afinco, com coragem! Por respeito a nós mesmos e àqueles que não a podem viver e aos que vivem com uma dor atroz no peito. Viver cada dia ao máximo e não contar com "os ovinhos no cú da galinha". Viver! VIVER!! Eu passei momentos piores para mim horrorosos quando vim para Barcelona. Muitas vezes dizia a mim mesma "deixa de ser parva! Não te falta nada." Mesmo assim foi duro. Aprendi a viver aqui, sim! Aprende-se! E hoje voltei a ser a pessoa Amante da vida! Porque é isso que eu sou, uma amante da Vida, este bem que nos foi dado a aproveitar. Estou viva! E vivo intensamente cada dia da minha vida!

Esperança! Coragem! FORÇA! Foram as palavras de ordem do dia 12 de Setembro de 2001! E são as palavras de ordem do 12 de Setembro de 2006!

Eu neste momento preciso da força...a biologia espera-me!

Um brinde à VIDA!

E um beijinho muito especial a todos os que têm diariamente de aprender a viver com a dor!
Nunca me esqueço de ti nas minhas orações!

Sábado, Setembro 09, 2006

Bernardo do meu coração!

O meu Bernardo. Já escrevi sobre ele várias vezes mas hoje deu-me a saudade. Estou aqui longe e o meu hominho de metro e meio faz-me falta. Sim, costumo andar à pancada com ele, sim, berro-lhe, sou má para ele, faço-lhe judiarias e provoco-o. É verdade, sou irmã dele.
A única que ele tem, a mais velha! Por vezes faço de mãe dele, sei que não devo mas torna-se superior a mim. Gosto muito dele, mesmo tanto que até rebenta o coração. sinto muito a falta dele! O meu Bernardo está grande e crescido e já não é o bebezinho que tão bem cabia no meu colo quando nasceu, ele ainda cabe agora, mas já fica muito de fora. Ele cresceu comigo e eu com ele. O meu sonho tornou-se realidade no dia em que ele nasceu. A partir daí aprendia a viver em conjunto com ele, a partilhar o que tinha com ele, a ensiná-lo, a mimá-lo. Eu para ele era a sua "Gm-Gm" e quem o conheceu sabe exactamente o som maravilhoso que esta expressão produzia. Era um traquina. O meu traquina.

Ele cresceu, e reparem só nos 10 anos de diferença que nós temos aqui reflectidos nestes nossos pés.... Eu serei sempre a mais velha, mas não tardará e ele será o maior, e serão os braços dele que me envolverão e não ao contrário.O meu Bernardo é um lindo rapaz, foi um lindo bebé e sei que será um belo adolescente. Não é por ser meu irmão, é mesmo por ser bonito. Este verão divertimo-nos à grande, claro que também nos pegamos à grande mas se assim não fosse não teria piada. No Algarve, no mar e na piscina, em casa a jogar à bola, na areia com as raquetes e com o olhar cúmplice quando passava o homem das bolas de Berlim. Uma com creme por favor e uma sem creme. Sempre seguro de si...
Na Madalena as coisas foram diferentes. Ele obedecia-me mas apenas a mim. Sim o Bernardo é também um bocado teimoso e rebelde. Faz fitas desnecessárias, mas aqui a 1200 km isso perde toda a sua importância. Jogamos futebol e playstation, nadamos, jogamos computador, monopólio, brincamos com os outros meninos e com os nossos primos, mas fomos compinchas, sem dúvida que o fomos. E sim também nos pegamos e também tive de me zangar com ele...mas que diferença faz tudo isso agora?
Agora que restam as saudades nada tem mais importância a não ser os momentos que passamos. E neste momento, só penso que não podia ter sido melhor, que nos divertimos tal e qual como somos, com as nossas divergências e o amor que sentimos. E a tua voz a dizer "Adoro-te, estou cheio de saudades tuas... " Este ano deram-se muito melhor sem dúvida", dizia um amigo nosso...Sim estamos a crescer os dois. Mas não tão crescidos para não cabermos no beliche de baixo os dois até às cinco da manhã...Porque estavas triste e não querias estar sozinho e porque eu estava triste também e queria estar contigo.
E agora Bernardo que está a começar um novo ano para ti, importantíssimo, o último da primária, o último na tua vida de pequenino, o ano em que te sentes tão importante meu amor, porque és o mais velho, agora que ele está a começar faz o que te pedi, faz as férias constância e porta-te bem. Aproveita os teus últimos dias de liberdade meu pequeno, dá mais um mergulho nesse mar maravilhoso, fura mais uma onda. Por mim e por ti! Por nós, meu amor. Grita e ri, dá uma das tuas gargalhadas que me ficam nos ouvidos e no coração. Marca um golo com toda a tua força e com toda a tua eficácia!
Porque eu sei meu menino que tu és feliz. Muito feliz! E que todo o mimo que te demos em bebé, o mimo excessivo mas que nunca é demais, o mimo que sim, talvez ele seja o responsável por algumas características tuas hoje em dia. És rebelde, foges às regras, fazes as tuas próprias regras e reges-tes por elas, gritas onde se deve estar calado, mexes onde não deves. Se vês um caminho tentas sempre descobrir outro, de preferência mais aventureiro. És como o papá meu menino, exactamente. E como eu já fui em tempos numa versão mais soft. Podes pensar que não mas orgulho-me de ti e admiro-te. Tens coragem e não tens medo de fazer coisas que eu nunca fiz. Fazes o que te dá na cabeça volta e meia. Sem dar cavaco a ninguém!
Admiro-te por essa coragem apesar de não to dizer. Por muitas combinações genéticas que pudessem ter saído no momento da tua criação, tu foste a melhor de todas, não mudaria nada em ti meu menino! Um dia quando estiver muito chateada contigo porque tu uma vez mais me levaste aos arames vou achar que exagerei no que disse aqui, mas hoje estou a falar de coração aberto para ti! E porque até essa capacidade de levar as pessoas aos arames e continuares impávido eu admiro. Mas essa acho que herdaste de mim.
Gosto muito de ti Bernardo, mesmo muito. E por ti ia até ao fim do mundo. Mesmo quando me chamas batoteira no xadrez apenas porque não queres perder, ou me chamas gorda quando estás furioso, quando me beliscas e me bates. Em todas estas ocasiões eu continuo a amar-te incondicionalmente. Porque tu és o meu irmão, o meu sonho tornado realidade, o pequeno que me alegra os dias, que adora estar à minha beira. E porque no fim de um dia menos bom, depois de nos termos pegado e zangado e esfrangalhado os nervos um ao outro e aos nossos pais eu passo pelo teu quarto e tu dormes, tranquilo, com a tua carinha de menino crescido e com a tua expressão de bebé. E aí tudo passa.
Porque no fim o que fica são os bons momentos, a alegria. E quando a saudade aperta, meu amor, aí tudo se esquece e eu recordo o teu sorriso e felicidade que tu me trazes. E aí só ficamos nós, como amigos e irmãos e com todas as minhas gargalhadas que misturadas com as tuas fazem muito mais sentido.

Para ti meu maninho, com todo o amor!

GuiGui

Quinta-feira, Setembro 07, 2006

Sozinha na noite


Vou agora dormir! A Anatomia realmente dá cabo de mim!
E eu gosto tanto dela, mas pelos vistos o sentimento não é recíproco!
Nunca fiz isto para mais nenhum exame.
Nunca pensei vir a estudar de noite até estas lindas horas!
Ao menos os pearl jam baixinho la me ajudaram...
Mas o que tem de ser tem muita força!
Agora vou dormir que daqui a 3 horas toca o despertador!
Boa noite...

Terça-feira, Setembro 05, 2006

O maravilhoso mundo dos óculos!

Fotografia 679

Como recente membro do clube "Uso óculos para ler, estudar, estar no pc e ver televisão" que sou, tenho feito algumas descobertas interessantes neste novo mundo dos óculos. E porque eles são levezinhos eu até me esqueço que ando com eles. E depois acontecem coisas como estas...
1- Se for mexer a comida com os óculos eles embaciam! (deviam ver o meu ar de surpresa quando isto aconteceu pela primeira vez)
2- De repente olho pela janela e acho o dia um bocado anevoeirado. Depois constato que os óculos estão a precisar de limpeza...
3- Quando olho para a Luz vejo uma espécie de auréola e penso que é o meu anjo...mas não, são apenas os óculos.
4- Dá-me comichão no olho, vou a coçá-lo e a minha mão bate contra um vidro. Sim, os óculos...
Podia continuar com estas minhas peripécias, mas quando realmente sei que estou com eles, como por exemplo, quando passo em frente a um espelho ou quando estou na webcam, descubro 1001 formas de me divertir com os óculos. Fazendo uso dos meus músculos faciais e sem poder utilizar as mãos...A subir e a descer a cana do nariz fazendo caretas indiscritíveis (não é amor?)
É uma idiotice eu sei, mas em breve vou-me habituar e depois não haverá peripécias nem na memória...portanto fica aqui mais uma aventura. Minha e dos meus óculos. (Hugo Boss, ah pois é!!:P)

Segunda-feira, Setembro 04, 2006

Princesa dos Olhos de Mar

nos2aas

É esta minha bonequinha...


Adoro-te Aninha, minha Princesa dos Olhos de Mar!