Sábado, Novembro 21, 2009

Rui Santiago

O meu queixo caíu e assim se mantém até ao momento.


Brilhante!

apresento-vos o livro com a história mais linda de sempre



um dia vou beijar cada dedinho teu

Sexta-feira, Novembro 20, 2009

Nem do idiotinha do Flushed Away, Bernardo e Bianca, ou, a cartada mais baixa, o Mickey Rato!

a boa notíca é, ele já se foi embora! graças àquele pequeno ser, minúsculo ser, in fact, eu tive de pôr TODO o conteúdo do meu quarto, que, acreditem, é demasiado, cá fora. remexer todas as sacas, todos os livros, tudo, tudo cá fora espalhado na relva. e depois, nada. nem sinal dele. e tive que voltar a pôr tudo lá dentro. e nem sinal dele. como o meu pai deixou a porta aberta para fora toda a manhã, a minha esperança era que ele tivesse saído. mas depois aconteceu, o que eu temia, aconteceu. entrei e não fiz barulho e ouvi, com toda a clareza, aquelas patinhas algures a arranhar. que horror!!! mas depois o meu pai descobriu que ele estava preso na minha mesinha de cabeceira. e pronto, fomos lá fora e, acreditem, soltamo-lo, deixamo-lo ir em liberdade, com a condição de ele não voltar. quando fui dormir estava com medo que ele tivesse família algures, mas não, não ouvi mais nada. pelo sim pelo não, o veneno vai lá ficar por mais alguns dias. just to be safe.

by the way, qual é a cena da Disney e outras que tais com ratos em tudo que é lado? não há mais animais no mundo, tipo koalas, ou piriquitos?

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

E não peçam para imaginar que é o ratatui ou o stuart little

e é nojento. pequeno mas nojento como qualquer rato. e eu, claro, vim desalojada que eu cá não convivo com ratos. e agora eu só espero que ele desapareça, ou morra!, rapidamente. venha veneno, queijo, gatos, exterminadores, o que seja, mas eu quero o meu quarto de volta. ah, minha mãe, estás tão proibida de voltar a abrir a porta lá de fora para arejar. não quero saber de abafados, de mofos, não quero saber de ar saturado. ao menos essas coisas não raspam e rastejam no chão, não roem partes do meu quarto. e pois, claro, ontem todos achavam que eu estava doidinha, que podia lá ser um rato, eu dizia que ouvia a rastejar e patinhas e ceninhas, o Bernardo vinha, procurava, levantava tudo e nada. e ria-se, coitadinha da minha irmãzinha, que está maluquinha. e depois eu vi-o, ah pois vi, acendi a luz de repente e vi-o a tentar esconder-se. não estou maluquinha, não, só fui invadida, só isso! e agora venha tudo, venha veneno até, eu que normalmente até tenho pena deles, pobres bichinhos, quero lá saber agora, quero-o fora! fora! fora! do meu quarto.

Das maravilhas de viver no campo

Está um rato a morar no meu quarto.




help!

Terça-feira, Novembro 17, 2009

Danny, I Love You



(thank you, my love, my heart, my life!)

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

Tem algum jeito este tempo?

Então uma pessoa está um ano inteiro à espera do S.Martinho e depois no domingo em que era suposto andar de carrosséis e deambular pela feira, coisa única no ano, chove a cântaros? É justo? Não é, pois não.
Vá lá que tive os meus miúdos para me divertir, e que giraços que eles estão!
Agora a ver se não chove no próximo fim-de-semana, a ver se se dá lá um saltinho! Eu não me importo nada do algarismo único que vejo nas temperaturas mínimas desta semana, mas levem a chuva embroa, por amor de Deus!

Quarta-feira, Novembro 11, 2009

The truth is, my heart is broken.

A verdade é que não sei como vou conseguir (sobre)viver este Natal. Ou a véspera de, mais propriamente. A verdade é que todos os anos conto os dias e os minutos que faltam para chegar, antecipo cada bocadinho do dia, conto mil e uma vez o quão mágica ela é, como eu me sinto tão feliz, sempre. A verdade é que eu ando contente por ver luzinhas e reclaminhos, gosto dos efeitos, das cores, das músicas. A verdade é que eu tento nem sequer pensar na véspera de Natal. O dia da Véspera de Natal, a tarde, mais propriamente, sou eu, a minha tia e a minha avó na cozinha, a rir-nos e a divertirmo-nos de uma maneira indescritível. We rock! Nós as três juntas era sempre o fim da macacada. Nós as três juntas, toda a tarde, a fazer creme e rabanadas e bolinhos de bolina, a fazer risos e histórias, a criar, a ensinar, a aprender. É-me impossível conceber uma  tarde de véspera de Natal que não seja assim. Impossível. Então agora alguém me explique, a mim e ao meu pobre coraçãozinho, como é que eu vou conseguir viver a véspera de Natal, que vai ser forçosamente diferente? Como é que vou conseguir fazer rabanadas e bolinhos de bolina, que , meu Deus, parece que adivinhava eu, a minha avó me ensinou a fazer ano passado com todos os truques e pormenores, sem ela ao meu lado? Como é que eu vou conseguir suportar o dia, se hoje, a mais de um mês de distância, não consigo sequer conter as lágrimas ao escrever isto. A noite e o dia de Natal estão cheios de memórias partilhadas também, são sempre dolorosos quando um membro da família parte, imagino. Vai sempre faltar lá. Mas a tarde da véspera, era nossa. De nós as três. E eu sou muito apegada a estas pequenas coisas de sempre. E não estou a saber lidar com isto.

Sábado, Novembro 07, 2009

Como defumar a casa inteira em cinco minutos

É uma excelente questão!
Não sei como, mas eu consegui!

Foi casa, foi avô, foi Bernardo, foi moi je, foi tudo!

A lareira passou-se. Mesmo.
Vou dizer ao Pai Natal para vir um mês mais cedo a ver se a passar me limpa a chaminé!